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03/03/2008 - 18:14
Revista Mergulho nº140: Conheça Kona, no Hawaii, onde nada á pequeno
Jubartes, golfinhos, jamantas. Não é à toa que essas "águas de gigantes" havaiana fica na... Big Island
Por Lucia Seale
Da Revista Mergulho nº140
Da janela do avião, vemos o fundo submerso de rocha vulcânica com clareza, à medida que pousamos. Essa visão da região de Kona assusta e encanta. Assusta pela aridez. E encanta pela cor do mar. Kona é o lado mais seco da Big Island do Hawaii, e seu nome vem daí: Kona, em havaiano, significa "lado árido da ilha". Apenas pedras vulcânicas pretas, praias de areia preta – uma paisagem sem vegetação marcante a não ser coqueiros esporádicos, tudo levemente inclinado.
É terra nova, que acabou de se formar, a poucos milhares de anos, escorrida das encostas do vulcão Hualalai, à direita, ou do Mauna Kea, à esquerda, cuja cratera está sempre envolta em branco: a altitude elevada faz com que a neve esteja ali durante todo o ano, mesmo a ilha estando nos trópicos. O encantamento vem com a cor do mar: um verde-azul de todos os tons, com água transparente, trazendo leveza à paisagem seca.
No aeroporto internacional, logo percebemos que estamos, acima de tudo, numa cidade americana. Apesar dos toques de paraíso tropical esquecido que as "choupanas-chiques" do saguão ao ar livre insinuam, todas as amenidades e facilidades do american way of life encontram-se em qualquer esquina da pequena e espalhada cidade de Kona: shoppings com grandes redes de departamentos, restaurantes variados de cozinhas internacionais, lojas de souvenires diversos, para todos os gostos e preços. Os hotéis, em sua maioria, ficam espalhados pela costa e prevalecem os grandes resorts all inclusive.
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